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Sucesso sertanejo “50 reais” entra para ranking das 100+ mundial Sucesso sertanejo “50 reais” entra para ranking das 100+ mundial(0)

A cantora de sertanejo Naiara Azevedo está com data para show em Cuiabá confirmada. O evento irá acontecer no dia 07 de dezembro, véspera de feriado municipal de Imaculada Conceição, na casa de shows Musiva. O sucesso ’50 reais’ da cantora já é uma das 100 mais tocados do mundo no Youtube nesta semana, assumindo a 71ª colocação nesta terça-feira (08), a única brasileira na lista.

A cantora começou a carreira em 2012 com vídeos caseiros postados em seu perfil no Youtube, ganhando destaque com a resposta feminina ao funk ‘Sou Foda’. Atualmente é um dos grandes nomes do mercado da música sertaneja nacional, adquirindo reconhecimento internacional também com seu último sucesso ’50 reais’, o vídeo já tem mais de 127 milhões de visualizações.

Naiara Azevedo chegou a assumir que a história de sua música é baseada em uma traição de um namorado, que aconteceu a pouco mais de cinco anos. Dona de um reprtório cheio de letras de ‘sofrência’, a cantora já declarou a mídia nacional que suas decepções amorosas inspiram mais o seu trabalho do que suas alegrias.

 

 

Fonte: Olhar Direito

Por que a vaquejada foi proibida Por que a vaquejada foi proibida(0)

Com o veto do STF (Supremo Tribunal Federal) à lei cearense que tornava a vaquejada como prática esportiva e cultural no Estado, os seus defensores se uniram e passaram a pressionar o Congresso para aprovar o projeto de lei que regulamenta e define regras para a atividade.

Mas por que a vaquejada entrou na mira do STF e os rodeios — também questionados por defensores de animais –, ocorrem sem problemas?

A diferença básica é que a prática de rodeios foi regulamentada por duas leis federais em 2002, que estabeleceram regras que minimizam os maus-tratos aos animais. No caso da vaquejada, não há leis desse tipo.

A vaquejada é uma prática onde o vaqueiro, montado no cavalo, precisa segurar o rabo do boi e derrubar o animal na área demarcada. Para isso, outro vaqueiro vai ao lado do animal para evitar que ele fuja para as pontas da pista. Já no rodeio, o montador vence ao se segurar por mais tempo em cima de um boi ou cavalo, que salta para o derrubar.

Demora em criar regras

Segundo o consultor jurídico da Abvaq (Associação Brasileira de Vaquejada) e representante do Nordeste da Associação Brasileira de Criadores de Quarto de Milha (raça de cavalo usada na prática), o advogado Henrique Carvalho, o problema da vaquejada foi que a definição de regras para proteção animal e divulgação ao público demoraram a ocorrer.

“A vaquejada demorou a vir a público mostrar que não há maus-tratos, como já fez o rodeio. Agora é que os meios de comunicação de grande alcance estão chegando, diferente do que houve com o rodeio”, explica, citando que a solução agora é votar o projeto de lei sobre o assunto.

Segundo Carvalho, todas as questões relativas a maus-tratos aos animais foram sanadas. “Resolvemos todos os passivos. Existia, antigamente, uma fratura de cauda do boi, e existe um protetor desenvolvido e patenteado que é usado há dois anos. Esse problema foi solucionado completamente, com 100% de êxito. Outro problema que dizem, e que é mentira, que na vaquejada e no rodeio usava choque no animal. Quando se dá choque no boi, ele fica mais lento, e precisamos que ele corra e, no rodeio, pule. Já em relação à queda do boi, foi resolvido com um colchão de areia de mais de 30 cm, que garante a segurança do animal”, disse.

O advogado explica ainda que os bois usados em rodeio são caros e não sofrem qualquer tipo de ferimento, sob pena de prejuízo aos participantes.

“O boi participa da corrida apenas uma vez na vida, porque após isso ele cria uma habilidade, passa a ter uma destreza que ninguém consegue derrubar. Esses bois maiores, da fase final da vaquejada, vão da prova direto para o abate. Se machucasse, os frigoríficos não receberiam. O custo de um boi desse varia de R$ 2 mil a R$ 4.000, ou seja, ficaria completamente inviável sob a perspectiva econômica”, explica.

Sobre a decisão do STF, Carvalho conta que é necessário ainda esperar a publicação do acórdão e dos votos dos ministros. Por ora, o calendário de vaquejadas segue normalmente.

“A votação foi apertada (6×5), e o que vai atingir as outras vaquejadas não é a decisão, mas sim o motivo pelo qual os ministros votaram. Se julgaram que a lei é ilegal porque causa maus-tratos, transcenderá para todos os Estados. Se isso não ficar específico, se algum ministro votou contra porque a lei não tinha previsão de colchão de areia, do protetor de cauda, aí muda tudo”, conta.

Rodeio dentro da lei

Já no lado do rodeio, a prática tem regulamentação federal que prevê uma série de regras que garantiriam o bem-estar animal. “São duas leis criadas juntas com a confederação. Entramos com uma solicitação, passou no Congresso, foi para o então presidente Fernando Henrique Cardoso, que a sancionou”, explica Roberto Vidal, presidente da Cnar (Confederação Nacional de Rodeio), que também defende a regulamentação da vaquejada.

Apesar da regulamentação, o rodeio não escapa de decisões de juízes e até de leis municipais que vetam a prática. Isso ocorre com relativa frequência, segundo Vidal. Desde 2013, foram pelo menos 13 decisões derrubadas que vetaram rodeios.

“Eles entram com ações e conseguem essas decisões. Às vezes, o cara é de uma cidade, fala com o promotor, diz um monte de barbaridade, e o MP entra com a ação e o juiz acolhe. Mas temos ido em instâncias superiores e derrubado. Metade ou mais conseguimos derrubar”, explica.

Hoje, o rodeio conta com uma confederação, que tem federações em 16 Estados e 1.800 eventos no Brasil. “Começamos com cinco federações e crescemos. Defendemos que tem de ocorrer, sim, um controle. Sem dúvida, mas com esse parâmetro, não há problemas, como é o nosso caso”, explica.

Com a lei, a confederação criou o “selo verde”, que garante que aquele rodeio está realizando de forma legal e sem maus-tratos. Além da lei, há uma instrução normativa de 2008, do Ministério da Agricultura e Pecuária, e manual de responsabilidade técnica do Conselho Regional de Medicina Veterinária, de 2010.

“Quem garante do bem-estar animal é uma comissão de veterinários. Eles que andam e vão ver uma série de fatores. Existem lendas, por exemplo, de que o rodeio aperta os testículos do boi. Não é verdade”, disse.

Maus-tratos em ambos

Para os defensores de animais, não há muita diferença entre as duas práticas. “É uma prática cruel, não tem nada de tradição, cultura, esporte: é sadismo e tortura animal! E mesmo se for tradição, tem que acabar. A escravidão não era tradição, cultura e não acabou?”, questiona Geuza Leitão, presidente da UIPA (União Internacional de Proteção Animal), que questionou a lei cearense.

Segundo ela, tanto a vaquejada, como o rodeio, submetem a um tratamento cruel os animais, com práticas que não seriam mostradas ao público. “Os rodeios, por exemplo, para o boi pular, é colocado um cinto para apertar a virilha. Na vaquejada, cortam o chifre do animal para não furar o cavalo e o montador. Regulamentar é um erro. Não existem essas práticas sem crueldade aos animais”, disse.

Para a PGR (Procuradoria-Geral da República), a vaquejada deve ser proibida por ser ofensiva aos animais, e por ser dever do Estado protegê-los.

“É ressabido que as vaquejadas traduzem situação notória de maus tratos a animais. A prática é inconstitucional, ainda que realizada em contexto cultural. (…) O fato de a atividade resultar em algum ganho para a economia regional tampouco basta a convalidá-la, em face da necessidade de respeito ao ambiente que permeia toda a atividade econômica”, disse, em parecer na ação do STF que derrubou a lei cearense, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

 

 

Fonte: UOL

Compositoras de sertanejo renovam o gênero Compositoras de sertanejo renovam o gênero(0)

Compositoras de sertanejo renovam o gênero musical tradicionalmente masculino

Letras das músicas falam de orgulho, liberdade e violência doméstica

Elas não sofrem em silêncio. Não têm hora para voltar para casa, dores de cotovelo mal curadas ou vontades reprimidas. O eu lírico feminino da nova geração de cantoras sertanejas até sofre, mas cobiça, esnoba e castiga os amores mal-sucedidos enquanto se diverte.

Herdeiras das pioneiras Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Inhana (Cascatinha & Inhana), Inezita Barroso, Sula e Roberta Miranda, as damas do sertanejo contemporâneo dão voz a versos mais politizados do que os de algumas de suas antecessoras – em vez do “beijinho doce” e da “colcha de retalhos”, levam para os palcos o empoderamento feminino, liberdade sexual e combate à violência contra a mulher.

Estão, segundo especialistas, nas trincheiras de novo momento da música sertaneja, protagonizado por mulheres – fortalecido, nos últimos anos, pelo romantismo da mineira Paula Fernandes e pelo vigor da goiana Marília Mendonça.

“Há, agora, uma quantidade expressiva de artistas mulheres, várias delas compositoras, além de maior interesse por esse tipo de artista, tanto comercialmente quanto por parte do público”, esclarece o pesquisador Gustavo Alonso, doutor em história pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e autor do livro Cowboys do asfalto: música sertaneja e modernização brasileira (Civilização Brasileira).

Segundo ele, o gênero tem por característica a renovação de sua popularidade a cada uma ou duas décadas, a partir de novos ciclos criativos. A função é cumprida atualmente pelo chamado “sertanejo feminista”. A politização das letras, contudo, é elemento familiar ao gênero, observa Alonso.

“Com frequência, gosta-se de dizer que as camadas populares no Brasil são alienadas, que os gêneros musicais que elas apreciam são despolitizados. Diversos fatos provam o oposto. Os compositores sertanejos se posicionaram politicamente em diversos momentos da história, seja a favor ou contra os governos, demandando injustiças ou denunciando a dura realidade dos mais pobres”, diz Alonso.

Bandido com razão (Zezé di Camargo), Garoto de rua (Zezé di Camargo) e Natureza, espelho de Deus (Paulo Debétio/Paulinho Resende), dedicadas a expor desigualdades sociais e exploração ambiental, respectivamente, são exemplos de canções lançadas nos anos 1990.

O protagonismo das mulheres estabelece a natureza inovadora do trabalho das contemporâneas Marília Mendonça, Maiara e Maraísa, Paula Mattos e Karla Karolla. Em lista desenvolvida pela organização Universidade Livre Feminista (ULF), o rap e o funk despontam como gêneros com maior repertório feminista.

“A linguagem da nova safra sertaneja envolve bar, bebida e farra. Elas não se submetem ao machismo. Se artistas como eu não tivessem levantado com afinco a bandeira, seria muito mais difícil trabalhar. Elas sabem disso, nós lhes deixamos um legado. Luto por elas há 30 anos, estou aqui para abraçá-las”, diz Roberta Miranda, apontada pelas “novatas” como referência. Ano passado, Roberta usou o YouTube para publicar mensagem de apoio às sucessoras.

“Simone e Simaria gravaram música contra a violência doméstica (Ele bate nela). Já Maiara e Maraísa, Marília Mendonça e Paula Mattos cantam a mulher como personagem principal, agindo da mesma forma que os homens: bebendo, sofrendo e, desde que a geração universitária criou essa estética, dando o troco na traição”, lista o pesquisador Gustavo Alonso.

“Não me considero (feminista), mas uma pessoa que busca igualdade. Se me colocar como feminista, vou assumir que existe diferença, e é isso que temos que evitar”, já declarou Marília Mendonça. “Não somos (feministas). Somos apenas duas artistas que cantam o que sentem e que querem o seu espaço. Lutamos por liberdade”, endossa Maiara. A pioneira Roberta Miranda relativiza: “Se ser feminista é lutar por um lugar digno na música sertaneja, considero-me (feminista), sim”.

ESTIGMA

Estudiosos atribuem essa recusa em se assumir feminista a estigmas em torno do conceito de feminismo e ao show business patriarcal. Luís Braúna, integrante do Núcleo de Pesquisa em Gênero e Masculinidade da Universidade Federal de Pernambuco (Gema/UFPE), diz que essa postura tem o intuito de conservar público mais abrangente.

“A mulher se declarar feminista, acima de tudo, é um posicionamento político. Estamos inseridos em uma cultura que quer, cada vez mais, distanciar o social e o cultural de tudo o que é político. Ao promoverem a valorização da mulher e, por vezes, não se declarar feministas, elas se distanciam da discussão política e atraem público bem mais amplo, que apenas se identifica com as letras”, acredita ele.

Porém, isonomia e sororidade, conceitos atrelados ao feminismo, são recorrentes no discurso das artistas. “O que mais fortalece é a união das mulheres quando elas compartilham o que fazem e se ajudam. Não podemos ficar só no mundo de Maiara e Maraísa. Queremos saber o que está acontecendo com Naiara Azevedo, Simone e Simaria, Marília Mendonça. Temos de nos manter unidas”, diz Maiara.

Segundo ela, houve resistência do mercado fonográfico a essa opção. Portas se fechavam quando vinha à tona que canções popularizadas nas vozes de Jorge e Mateus, por exemplo, eram composições das gêmeas. “Só porque somos mulheres”, afirma Maiara.

QUEM SÃO ELAS

Marília Mendonça
Aos 21 anos, a a goiana acumula 2,1 milhões de inscritos em seu canal no YouTube e 2,2 milhões de seguidores no Facebook. Compositora de sucessos como Infiel, Eu sei de cor, Sentimento louco e O que falta em você sou eu, ganhou o apelido de “Adele do Sertanejo”. Antes de gravar o primeiro álbum, Marília Mendonça ao vivo (2016), compunha para Jorge e Mateus, Wesley Safadão, Lucas Lucco, Henrique e Juliano e Cristiano Araújo, chegando a emplacar hits na voz dos colegas, como Cuida bem dela e Até você voltar. Suas composições têm por característica a independência da mulher e a apropriação de atitudes antes masculinas. As letras falam de vingança após traições, farras, bebedeiras e desilusões amorosas.
Maiara e Maraísa

As gêmeas mato-grossenses assinam os hits 10%, No dia do seu casamento e Medo bobo, popularizados nas vozes de Henrique e Juliano, Jorge e Mateus e Cristiano Araújo. Cantam desilusões, vinganças e autonomia
das mulheres em bares, festas e baladas.

 

 
Paula Mattos
Mato-grossense, ganhou destaque com o álbum Paula Mattos acústico (2015) e atrai cerca de 760 mil seguidores no Facebook. As letras falam da mulher financeiramente independente, que toma a iniciativa da conquista e
assume as rédeas dos relacionamentos.

Naiara Azevedo
Seguida por 1 milhão pessoas no Facebook, a paranaense ganhou fama em 2011, ao gravar Coitado, resposta ao hit Sou foda, de Munhoz e Mariano. “Coitado, se acha muito macho/ Sou eu que te esculacho/ Te faço de capacho”, diz a letra. Canções falam de amor-próprio e da autonomia da mulher em realizar os próprios desejos.

Simone e Simaria
Ex-backing vocals de Frank Aguiar, as baianas integraram  a banda Forró do Muído e partiram para a carreira solo como As Coleguinhas. Simone e Simaria cantam a independência financeira e emocional das mulheres. A dupla tem 5,1 milhões de seguidores no Facebook. Em Ele bate nela, denunciam a violência doméstica.

 

Fonte: UAI

Filha do sertanejo Leandro, fala sobre sonhos Filha do sertanejo Leandro, fala sobre sonhos(0)

Lyandra, filha do sertanejo Leandro, fala sobre sonhos com o pai

‘Acredito que sejam encontros. É uma coisa muito espiritual’, diz ela, que mantém contato próximo com o tio Leonardo e com os primos.

Lyandra Costa tinha 2 anos de idade quanto o pai, o sertanejo Leandro, da dupla com o irmão Leonardo, morreu vítima de câncer, no dia 23 de junho de 1998. Mas as recordações dela, hoje com 21 anos, seguem bastante vivas. “Eu lembro de muitos momentos. Muita gente comenta no meu Instagram que é impossível eu ter tantas lembranças, mas eu tenho, gente! Não sei se é por ver muita foto, ver muito vídeo, mas tenho muitas lembranças”, contou ela, que também tem sonhos constantes com o pai.

“Acredito que sejam encontros mesmo. Não é quando eu quero, não adianta ficar pensando, pedindo. É do nada, muito repentino. Acontece de eu ver ele no sonho, mas geralmente não tem um diálogo, é uma coisa muito espiritual. No sonho, eu sei que estou sonhando”, afirmou.

Família
A estada na cidade tem época certa para acabar. Lyandra deixou Goiânia e se mudou para Campinas por conta da faculdade de Medicina que faz na cidade. No final do quarto período e quase certa de que vai focar em dermatologia, ela tem mais dois anos na região para fazer o período de internato, o estágio obrigatório do curso. Depois, volta para Goiânia, onde vive a família. “Foi sofrido (no começo). Esse ano consegui ficar mais tranquila aqui”, contou.

Apesar da veia artística – e da beleza –, Lyandra não pensa em se dedicar à carreira de modelo, na qual faz alguns trabalhos pontuais. “Às vezes, se acho legal uma loja, vou lá e faço foto. Mas meio artístico realmente não é pra mim”, afirma. Carreira musical também nunca foi seu foco. “Gosto muito de cantar, mas por hobby, só. Canto, se estou com minha família, meus primos, numa roda ou com amigas. Mas é muito raro”. Formar uma dupla com o irmão Thiago, então? “Jamais”, dispara ela, aos risos.

Além do cantor, que fazia dupla com Pedro Leonardo, Jéssica ainda tem dois irmãos. Ambos com o nome do pai, Leandro (um deles apenas por parte de pai).

Vaidade
Lyandra não esconde que é vaidosa. “Perco muito tempo me arrumando, mudando de roupa se acho que não está bom, amo maquiagem, amo tudo de vaidade”, se diverte ela, que está solteira. E não é por falta de pretendente, já que recebe muitas cantadas pelas redes sociais. “Recebo muita coisa engraçada, tem umas coisas bem bizarras. Então nem respondo. Recebo alguns directs também. Mas acho que estou esperando o amor me encontrar (risos)”.

 

Confira Fotos de Lyandra

 

 

Fonte: EGO

Nova geração da música sertaneja Nova geração da música sertaneja(0)

Naiara Azevedo traz sucessos para Brasília

Expoente da música sertaneja, Naiara Azevedo apresenta repertório de sucesso, em show na Bamboa Brasil, dia 14 de outubro, a partir das 22h. A noite de celebração a música raiz, conta ainda com apresentação da dupla brasiliense Henrique & Ruan, e discotecagem do DJ Gusttavo Carvalho.

Da mesma safra de artistas como Paula Mattos, Marília Mendonça e a dupla Maiara e Maraisa, Naiara Azevedo conquistou, em 2016, o topo das paradas musicais. A paranaense ficou em primeiro lugar nas rádios brasileiras com 50 reais, canção autoral que ultrapassa 94 milhões de visualizações no Youtube. A música integra o álbum Totalmente Diferente, DVD gravado em Goiânia, com a participação de nomes como Paula Mattos e as duplas Maiara e Maraisa e Zé Neto e Cristiano.

No show, Naiara mistura canções do início de sua carreira, entre elas, Coitado e Sou Foda, aos sucessos recentes que a despontaram nacionalmente como Tantos Planos, Primeiro Gole e Ela só quer viajar, esta última com participação de Thiago Brava. A artista ainda relembra clássicos sertanejos que encantam os amantes do gênero há várias gerações.

Henrique & Ruan

A dupla brasiliense faz a festa com músicas do álbum Viva La Vida, lançado recentemente. O disco, que é o décimo da carreira bem-sucedida dos sertanejos, já agradou aos fãs. Canções autorais como Alô DJ completam o repertório do show, que também é formado por clássicos que os cantores fazem questão de revisitar, entre eles, Zuar e Beber, Por Onde Andei e Telefone Mudo.

DJ Gusttavo Carvalho

Figura conhecida dos frequentadores da Bamboa, o DJ anima a noite com o melhor da música eletrônica. Gusttavo se destaca pela versatilidade musical, e sets que vão do underground ao mainstream. A playlist especial promete agradar ao exigente público da casa, e não deixar ninguém parado nos intervalos dos shows.

Serviço

Bamboa Brasil com Naiara Azevedo, Henrique e Ruan e DJ Gustavo Carvalho.

Quando: Sexta, 14 de outubro, de 2016.

Onde: Setor Hípico, Área Especial, Conjunto 22, Parte E-Próximo ao Park Shopping.

Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos.

Mais informações: (61) 3334-4450.

Horário de funcionamento: quarta a sábado, a partir das 22h.

Ingressos
Frente palco: R$ 60 (unissex).
Camarote: R$ 80 (unissex).
*Valores referentes à meia-entrada e sujeitos a alteração sem aviso prévio.

Pontos de Venda
Bilheteria da Bamboa (sem taxa de conveniência).
Bilheteria Digital: www.bilheteriadigital.com.br.
Bilheteria Digital – Patio Brasil, Liberty Mall, Brasília Shopping, Alameda Shopping e Boulevard Shopping.
Lojas Zimbrus.
Casa do Cowboy.

Paula Fernandes meme na web Paula Fernandes meme na web(0)

A cantora acaba de lançar o CD e DVD ‘Amanhecer – ao vivo’

 

Globo produzirá programa especial sertanejo no fim do ano Globo produzirá programa especial sertanejo no fim do ano(0)

A música sertaneja ganhará destaque na programação especial de fim de ano da Globo. Assim como aconteceu em 2015, a emissora levará ao ar o show com grandes artistas, cujas gravações estão marcadas para ocorrerem na sexta-feira, dia 15.

Elas acontecerão em São José do Rio Preto, no interior do Estado de São Paulo. O “Festeja Brasil” será novamente apresentado pela atriz Camila Queiroz, e a sua exibição está programada para a segunda semana de dezembro. Os ingressos já estão a venda.

Os preços variam entre R$ 80 e R$ 360, e entre as atrações confirmadas, estão nomes como Gusttavo Lima, Victor & Léo, Marilia Mendonça, Maiara & Maraisa, Henrique & Juliano e Zé Neto & Cristiano.

Fonte: o tv foco

Zé Neto & Cristiano faz show no Estância Alto da Serra Zé Neto & Cristiano faz show no Estância Alto da Serra(0)

A apresentação da dupla acontecerá na próxima terça-feira (11), véspera de feriado

Na próxima terça-feira (11/10), véspera de feriado, a dupla Zé Neto e Cristiano se apresenta no Estância Alto da Serra, em São Bernardo do Campo/SP. No repertório estão garantidos os sucessos “Te Amo”, “Eu Ligo Pra Você”, “Seu Polícia” e “Sonha Comigo”, música atual de trabalho. Na mesma noite, Maiara & Maraísa também sobem no palco da casa.

 

Recentemente os sertanejos gravaram o segundo DVD da carreira intitulado “Um Novo Sonho” – produção musical deJenner Melo e a direção de vídeo de Fernando Trevisan, o Catatau –  que será lançado ainda este ano pela Som Livre e terá 25 faixas, sendo 22 inéditas.

Serviço:

Data: 11 de outubro (terça-feira)

Local: Estância Alto da Serra

Abertura da casa: 21h

Endereço: Estrada Névio Carlone, 03 – Riacho Grande – S. B. do Campo – SP

Valores: De R$80 a R$180

Classificação: 18 anos

Informações: (11) 4101-5000 – http://web.estancia.com.br/

Gravação do DVD de Zé Neto e Cristiano emociona público cuiabano Gravação do DVD de Zé Neto e Cristiano emociona público cuiabano(0)

Marília Mendonça, Maiara & Maraísa e Henrique e Juliano participaram do show de gravação do 2° DVD da dupla

 

 

 

 

No último sábado (03), aconteceu o show de gravação do 2° DVD de Zé Neto e Cristiano, realizado em Cuiabá (MT). Com ingressos esgotados três dias antes do evento, o Parque de exposições da cidade recebeu 20 mil pessoas que cantaram e se emocionaram durante todo o registro. As participações especiais ficaram por conta de Marília MendonçaHenrique & Juliano e Maiara & Maraisa.

 

O DVD intitulado “Um Novo Sonho” – produção musical de Jenner Melo e a direção de vídeo de Fernando Trevisan, o Catatau – será lançado ainda este ano pela Som Livre e terá 25 faixas, sendo 22 inéditas, entre elas “Sonha Comigo”. Além das regravações dos sucessos “Te Amo”, “Eu Ligo Pra Você e “Seu Polícia”.

 

 

Fonte: Assessoria

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